quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Tchau 2015!


2015 já não merece mais minha atenção. Chega de andar “armado”, com medo, de ficar calado, chega de tentar entender a sombra, o ódio e a intolerância, simplesmente CHEGA! Chega 2016, vem novinho em folha e traga para todo mundo, a paz, a clareza, a luz de farol, um céu bonito, novos caminhos, cheiros e cores. Que em 2016, você tenha pelo menos um sonho realizado, uma grande sacada, uma nova descoberta, um frio na barriga diferente. Grato aos meus amigos e familiares por terem passado este ano (longe ou perto) ao meu lado, saibam que vocês foram muito importantes para mim. Que em 2016, eu possa aprender mais e que eu ajude mais pessoas a crescerem e aprenderem também. 2016, estou botando muita fé em você! Boas festas e um NATAL iluminado a todos! 

sexta-feira, 6 de março de 2015

Trecho de um Poema

Hoje eu acordei com medo
Mas não chorei, nem reclamei abrigo
Do escuro, eu via o infinito
Sem presente, passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim
E que não tem fim
De repente, a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu há minutos atrás (Cazuza)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Só dessa vez!




















Hoje vou destilar minha ou meu ... para as pessoas que andam disfarçadas com terno, gravata e camisa azul listrada. E digo que só será essa vez!

Que uniforme é esse que você veste? É ele que transforma as pessoas ou elas já nasceram prontas e articuladas para a maldade. É de fato a roupa que importa? Pra que mesmo? Como você escolhe seus caminhos? Vai criar seus filhos assim?
Que mascara é essa? Contra o que você luta? Você se protege como? Contra o que mesmo? Inventando histórias, ou aumentando conversas mal contadas? Quais argumentos você usa pra se elevar? Qual a lente você usa que te diminui?
Pequeno, do tamanho de uma cabeça de agulha? Alfineta do modo mais burro. Modo off!
Diante de tanta mentira e como já dizia o bom e velho Raul, “quem não tem colírio, usa óculos escuros”... e eu uso mesmo. Meu óculos é minha lente protetora da antinveja, é minha cegueira pra falta de generosidade, minha miopia pra falta de caráter diário, minha lupa contra o preconceito, é meu telescópio de verdades escancaradas nas entrelinhas.
Pra encerrar, hoje é dia de dizer que pena! Que pena que sua alma é bem pequena, que não cabe na minha vida, como um all star 42 que não serve no meu pé ou como uma roupa que encolheu. Que pena!
Já me disseram, pouco me importa como você se comporta, desde com respeito. Eu muito me importo com o jeito que me visto sim, sou confortável assim. Quanto medo enrustido e quanta falta de coragem de encarar. Não notou que minha roupa é transparente e que meu óculos esconde tudo!
Nu com minha roupa (meu jeito) me liberto, me alegro e me divirto rindo (de olhos abertos) de você!

Rs

domingo, 4 de janeiro de 2015

Depois de você

Você não era da minha tribo
Eu não tinha escolha, eu queria e ia
Tinha tanta coisa anotada naquele bloco de notas
Uma chuva de declarações
Sem nexo, sem cor, sem amor

Mas são todas suas
Pra você me esquecer que conheceu um dia
Maturar uma falta boba que vem e volta
Que sai e entra
Sem dor, sem flor, sem suor

Bati meu carro, me perdi na madrugada
Colecionei oito da manhã
Quase morri e voltei a viver
Sem fé, sem colher de chá e sem você

Perceber que quase que por um triz
Ou ainda Bem que se quis
Antes de te conhecer eu já era

Era feliz!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Minha ultima

Quanto mistério
O que se esconde por traz desse sorriso?
Uma explosão de sedução
Ou uma miopia idiota
Adoro quando você devora, me morde, me prende
Me come e me devolve
E quem disse que eu quero ir?
Quem disse que eu quero ficar?
Meu querer mais secreto
Minha ilusão preferida
Minha vontade mais obvia
Minha ausência mais sentida
Mistura de nada com quase tudo

Quero tudo com direito a viagem de lua de mel
Foto de porta retrato e flores de papel