Inocente, bobo, esquisito, lerdo, idiota, tonto isso eu SOU mesmo! Será uma doença? Quantas vezes já me julgaram e disseram isso na minha cara, percebo que esse fato vem ocorrendo muito esses dias, e parei para pensar e escrever um pouco. Na quase véspera do meu aniversário, ao meu ver, apesar de ter evoluído e muito nessa “deficiência”(sim caro leitor, vários amigos apontam como deficiência, só resta o ministério da saúde regulamentar), não me arrependo ter seguido esse caminho. Se isso for um caminho que inconscientemente eu segui e que resultaram no que sou hoje. Pobre dos que perderam a naturalidade de ver a vida, essa magia que ainda eu acredito, e que tentam ser que o que não são.
Pessoas que divulgam sentimentos vãos, digo divulgam porque de fato não sentem e não demonstram, apenas anunciam, são publicitários de emoções. Belos fingidores. Parabéns a eles, pois também me enganaram e vão continuar me enganando.
Não quero levantar a bandeira que sou o cara mais sincero e honesto do mundo, quem sou eu para isso, não o sou, tento ser, mas é quase impossível. Essa “máscara social” é necessária para a sobrevivência sim, é difícil conviver com tanta gente diferente. Somos adaptáveis. É difícil defender suas idéias, sim. E espero que continue assim, sagradas bagunças e confusões do dia a dia.
Sigo acreditando no poder da mudança, da honestidade e do amor, simples assim.
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